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Notícias sobre a Cidade de Goiás Goiás Velho

Satisfatório por um lado. Insuficiente por outro

Almiro Marcos, Da cidade de Goiás


Satisfatório por um lado. Insuficiente por outro. O título de Patrimônio da Humanidade conquistado pela cidade de Goiás em 2001 serviu para incentivar a preservação da história da antiga capital goiana. Nunca o patrimônio esteve tão conservado. Poucas vezes tantas obras, em bens particulares, públicos e de uso público, voltadas nesse sentido foram tocadas. Esse foi o aspecto positivo. É incontestável.

Porém, a mesma honraria, concedida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), não serviu para trazer dividendos financeiros para a cidade. O turismo não deslanchou, ao contrário do que os vilaboenses sonhavam. A cidade teve, inclusive, crescimento em arrecadação abaixo da média do Estado e de outras cidades turísticas goianas que não possuem o título que a antiga capital possui, como Pirenópolis, Alto Paraíso e Caldas Novas. Esse foi o aspecto negativo. E muita gente quebra a cabeça para descobrir como superá-lo.

O POPULAR apresenta hoje e amanhã as duas faces da mesma moeda sobre o que representou o título de Patrimônio da Humanidade para a cidade de Goiás, chancelado pela Unesco em dezembro de 2001 e seguido de muita festa lá para as bandas da Serra Dourada.

A reportagem traça os avanços alcançados nos últimos anos, que valorizaram cada vez mais o patrimônio histórico e artístico, e também as decepções que ainda estão presentes, relacionadas na maior parte pela bonança que não veio em uma ainda sonhada onda de turistas ávidos. E lá se vão quase dez anos desde que muitos vilaboenses estão a esperar a resposta chegar sob o doce som de moedas tilintando nos cofres.

Restrição a construção e eventos
Em Goiás parte da população chega a ter a impressão de que o título atrapalha o desenvolvimento da cidade, já que existem várias restrições quanto à construção de imóveis e mesmo realização de eventos. "Muitas pessoas rejeitam o título porque não têm noção da dimensão do que ele representa", explica o presidente do movimento Pró-Cidade de Goiás, Marcos Caiado, irmão do atual prefeito da cidade, Márcio Caiado (PP).

Na verdade, observando-se do lado de fora, é possível notar que ao longo dos últimos anos faltou consonância entre as administrações municipais que passaram por Goiás e os setores de turismo e mesmo do patrimônio. Duas situações servem para exemplificar isso.

O projeto de construção da Avenida Rio Vermelho, lançado em 2004, que iria cortar o centro histórico e a realização de carnavais com som mecânico em plena Praça do Coreto. Por sorte, após muita pressão, houve bom senso de não levar o projeto da avenida adiante e o carnaval foi retirado do centro histórico.

Segundo Marcos Caiado, nos últimos anos vem ocorrendo uma reaproximação para tentar mudar a situação. "É preciso a conscientização da sociedade e a união dos gestores municipais, estaduais e a nível federal para achar um caminho comum. Afinal, precisamos qualificar melhor os nossos serviços", indica.

Sonho ainda não virou realidade
Em dezembro de 2001 a cidade de Goiás conquistou o título de Patrimônio da Humanidade, concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). Uma onda de otimismo varreu a cidade. Imaginava-se que aquela honraria mudaria de vez a realidade da antiga capital, que perdera há muito o privilégio de cidade goiana mais importante.

No primeiro dia de janeiro do ano seguinte foi uma enchente que varreu as margens do Rio Vermelho, levando bens tombados. Bateu o desânimo para apaziguar a euforia geral. Mas a luta conjunta pela recuperação do patrimônio elevou de novo a moral dos vilaboenses. Com a cidade restaurada, pouco tempo depois, voltou a expectativa de que dias melhores viriam.

A ideia era: o título de patrimônio representaria oportunidade de crescimento econômico que a cidade há muito esperava e o turismo puxaria todo esse desenvolvimento. No entanto, anos mais tarde, esse sonho ainda não se tornou realidade. "Estamos a esperar por um oásis que ainda não veio", resume a turismóloga Flávia Rabelo, dona de uma agência de turismo na cidade e diretora da Goiás Turismo.

“Na época criou-se uma expectativa muito grande. As pessoas imaginavam que as coisas fossem mudar que isso traria recursos financeiros para Goiás. Mas hoje o turismo está muito aquém do que o título representa. Não chegou a bonança. Não veio o Eldorado", reconhece o presidente do movimento Pró Cidade de Goiás, Marcos Caiado. O movimento foi um dos maiores articuladores da época da luta de Goiás para se tornar Patrimônio da Humanidade.

"Houve uma grande movimentação quando da conquista do título. A cidade ficou eufórica, com razão. As pessoas tinham a impressão de que o dinheiro chegaria fácil. Mas ele não veio. O título não significou geração nem de empregos nem de rendas", admite o presidente da seção local da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Celso Alves Ferreira.

Pouco crescimento?De fato, observando-se a evolução das receitas de Goiás nos últimos anos, a partir de 2002, o primeiro após a conquista do título, o município até cresceu. Mas cresceu porcentualmente abaixo da média estadual e também abaixo de outras cidades turísticas goianas como Pirenópolis, Alto Paraíso e Caldas Novas.

O POPULAR fez um levantamento em dados da Secretaria de Planejamento de Goiás (Seplan) e identificou que especificamente nas áreas onde há arrecadação do setor turístico (área de serviços e taxas municipais) o crescimento da antiga capital goiana esteve muito abaixo das outras cidades históricas (veja quadro).

Na verdade, o esforço dos últimos anos para conservar e restaurar o patrimônio tombado não tem se traduzido em atração de mais turistas. A cidade se torna cada vez mais bela e imponente no sentido histórico, mas isso ainda não é visto por um número considerável de pessoas. "A cidade está um brinco. É o maior conjunto preservado do Centro-Oeste. Mas quem está vendo toda essa beleza? É preciso pensar nisso e divulgar melhor Goiás", diz uma fonte.

A cobrança sobre essa falta de divulgação é geral. "Eu vejo até mesmo que a Unesco não divulga o patrimônio de Goiás como deveria", afirma o historiador Nasr Chaul, que era presidente da Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (Agepel) na época do título.
No entanto, nem a própria cidade parece saber usar a honraria que recebeu. Mesmo o folder de divulgação de Goiás, distribuído pela Secretaria de Cultura e Turismo, não traz o selo da Unesco na capa. "Essa é uma honraria muito importante. Desde que Goiás recebeu o título, o Brasil só conseguiu incluir mais um bem na lista da Unesco. É preciso aproveitar isso melhor", ressalta a superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Goiás, Salma Saddi.

Setor de turismo permanece estacionado
Desde 2001, a situação dos setores ligados ao turismo (hotéis, pousadas e restaurantes) pouco mudou. Os números não têm evoluído. Na verdade, permanecem praticamente estacionados ao longo dos últimos anos.
Um levantamento feito na Secretaria de Cultura e Turismo da cidade de Goiás mostra que em 2002 existiam 10 hotéis e 14 pousadas, enquanto em 2010 o número é de 10 hotéis e 16 pousadas. Já o número de leitos até teve um aumento, passou de 894 para 1.038.

Até hoje nem é possível saber qual é a taxa de ocupação. "Agora é que estamos organizando um levantamento em 20 cidades goianas, inclusive Goiás, para descobrirmos a taxa de ocupação ao longo do ano", explica a diretora do Instituto de Pesquisas Turísticas da Goiás Turismo, Flávia Rabelo.

"O turismo em Goiás não aconteceu. Estamos a esperar pela mudança que ainda não veio. Mas não pretendo perder as esperanças nem a disposição para seguir em frente", afirma o empresário Tiago de Sant'Ana Passos, de 31 anos, proprietário há três anos de um restaurante às margens do Rio Vermelho que foi de sua mãe durante oito anos.

Flávia Rabelo é empresária e tem uma agência de turismo em Goiás. Ela afirma que até hoje, o negócio não lhe deu lucro. "Estou investindo sem ter retorno. Mas não vou desistir", diz. Outros não aguentaram o peso de serem heróis da resistência e desistiram do intento.

Há registro de estabelecimentos que abriram as portas na onda do título de Patrimônio da Humanidade, esperando faturar, e que não conseguiram manter as portas abertas. Há informações de pelo menos quatro restaurantes e duas pousadas que não conseguiram continuar em funcionamento. Alguns empresários desistiram do negócio de vez ou mudaram de cidade. "Há um medo do empresariado de investir e não ter retorno. Então ficamos nesse impasse", explica Tiago Passos.

Flávia Rabelo entende que o impasse é ainda maior. "Se o empresariado tem medo de investir e não dar certo, como é que vamos atrair turistas se não criarmos os atrativos para segurar o turista aqui? Precisamos fazer um pacto para mudar essa situação", ressalta.

Vilaboenses sabem que é preciso ter alternativas
Na comparação com o boom turístico que Pirenópolis conheceu nos últimos anos, os vilaboenses entendem que é preciso oferecer mais alternativas para os turistas. "Pirenópolis tem o ecoturismo e é favorecida pela proximidade de Brasília. Então, precisamos explorar mais o potencial que Goiás possui. Precisamos usar muito mais esse título de Patrimônio Mundial", convoca o empresário Tiago de Sant'Ana Passos.

A prova do espaço que Goiás perdeu é que a cidade não conseguiu nem ser considerada como uma das quatro cidades goianas e das 65 brasileiras na lista dos municípios indutores de turismo do Ministério do Turismo para atrair público internacional.

Na disputa com Pirenópolis, Caldas Novas, Alto Paraíso e Goiânia, Goiás não foi incluída na lista. Não havia condições suficientes para que a antiga capital goiana fizesse parte da relação. Afinal, um dos itens que constavam entre as exigências do Ministério do Turismo, era que a cidade precisa ter a capacidade de atrair e distribuir turistas pelo seu entorno. E a cidade ainda não possui isso.

Jovem deixa município em busca de oportunidade
O título de Patrimônio da Humanidade gerou uma esperança de que finalmente os jovens vilaboenses não precisariam mais deixar a cidade natal para procurar oportunidades fora dali. A ideia é que empregos fossem gerados em quantidade suficiente para pelo menos diminuir o êxodo.

Porém, ao contrário disso, os empregos não vieram e os jovens continuaram a deixar Goiás para procurar emprego fora. Os destinos mais comuns são a capital e a vizinha Itaberaí. Uma análise rápida em dados populacionais mostram que enquanto a antiga capital perde moradores, Itaberaí, que já foi uma discreta vila no caminho para a Vila Boa, cresce gradativamente.

A contagem populacional feita em 1996 mostrava que as duas cidades tinham praticamente a mesma quantidade de habitantes: Goiás, 26.774 e Itaberaí, 26.407. Já na última contagem populacional feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2007, a cidade de Goiás apareceu com 24.472 habitantes, enquanto Itaberaí já contava com 30.609 moradores.

ANÁLISE
Uma joia para ser mostrada
Uma coisa é certa: a situação em relação ao turismo e à divulgação da cidade de Goiás precisa mudar. Nos últimos dias, para a elaboração desta reportagem, a frase que mais ouvi foi: "Toma cuidado com o que você vai falar de mal sobre Goiás". Ainda que os problemas sejam evidentes, parece que é proibido falar sobre as coisas erradas que estão ocorrendo, sobre o que não está sendo feito.

Todo mundo concorda que algo precisa ser feito para mudar a situação. Todo mundo sabe que é preciso divulgar melhor a antiga capital goiana fora do Estado e em outros países. Mas será que a cidade está preparada para receber com qualidade o turista que vem de fora? Será que ela tem tudo a oferecer para um público exigente? As informações expostas por esta reportagem mostram que não.

Fala-se em um pacto para promover a virada. Goiás tem muita coisa a mostrar, mas até hoje não descobriu como. E é preciso envolvimento de toda comunidade para solucionar essa questão. (A.M.)

Fontes: O Popular

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Goiás é um município brasileiro do estado de Goiás . Sua população estimada em 2005 era de 26.705 habitantes de acordo com o IBGE . O município foi reconhecido em 2001 pela UNESCO como sendo Patrimônio Histórico e Cultural Mundial por sua arquitetura barroca peculiar, por suas tradições culturais seculares e pela naturaza exuberante que a circunda.

História

Descobertas as Minas Gerais de um lado e as minas de Cuiabá , de outro, no século XVII , uma idéia renascentista (a de que os filões de metais preciosos se dispunham de forma paralela em relação ao equador) iria alimentar a hipótese de que, entre esses dois pontos, também haveria do mesmo ouro. Assim, foram intensificadas as investidas bandeirantes, principalmente paulistas, em território goiano, que culminariam tanto com a descoberta quanto com a apropriação das minas de ouro dos índios goiases, que seriam extintos dali mais rapidamente que o próprio metal. Ali, onde habitava a nação Goiá , Bartolomeu Bueno da Silva fundaria, em 1726 , o Arraial de Sant'Anna .

Pouco mais de uma década depois, em 1736 , o local seria elevado à condição de vila administrativa, com o nome de Vila Boa de Goyaz (ortografia arcaica). Nesta época, ainda pertencia à Capitania de São Paulo . Em 1748 foi criada a Capitania de Goiás , mas o primeiro governador, dom Marcos de Noronha , o Conde dos Arcos, só chegaria ali cinco anos depois.

Com ele, instalou-se um "Estado mínimo" e, logo, a vila transforma-se em capital da comarca. Noronha manda construir, então, entre outros prédios, a Casa de Fundição, em 1750, e o Palácio que levaria seu nome (Conde dos Arcos), em 1751. Décadas depois, outro governador - Luís da Cunha Meneses , que ficou no cargo de 1778 a 1783-, cria importantes marcos, fazendo a arborização da vila, o alinhamento de ruas e estabelecendo o primeiro plano de ordenamento urbano, que delineou a estrutura mantida até hoje.

Com o esgotamento do ouro, em fins do século XVIII , Vila Boa teve sua população reduzida e precisou reorientar suas atividades econômicas para a agropecuária, mas ainda assim cultural e socialmente sempre esteve sintonizada com as modas do Rio de Janeiro, então capital do Império. Daí até o início do século XX , as principais manifestações seriam de arte e cultura, com sarais, jograis, artes plásticas, literatura, arte culinária e cerâmica - além de um ritual único no Brasil, a Procissão do Fogaréu, realizada na Semana Santa.

Goiás Velho - Arquitetura do Brasil Colonia

Entretanto, a grande mudança, que já vinha sendo ventilada há muito tempo, foi a transferência da capital estadual para Goiânia , nos anos trinta e quarenta , coordenada pelo então interventor do Estado, Pedro Ludovico Teixeira. De certa forma, foi essa decisão que preservou a singular e exclusiva arquitetura colonial da Cidade de Goiás.

Geografia

Clima

O clima é caracterizado por dois períodos distintos: um seco, com ausência quase que total de chuvas no inverno, que vai de maio a setembro e outro chuvoso, com abundância de águas, no verão que vai de outubro a abril. A temperatura média anual é de aproximadamente 23 graus, sendo os meses de setembro e outubro os mais quentes e junho e julho os mais frios.

Vegetação

A vegetação típica de Goiás é a mesma do Cerrado.

Hidrografia

O município de Goiás é cortado pelo Rio Vermelho (afluente do Rio Araguaia ) e está situado na bacia do Tocantins-Araguaia, que desagua no Amazonas.

Ecologia

O munícipio possui diversas áreas a serem preservadas com cachoeiras e riachos. Parque da Carioca - APA da Serra Dourada - APA da Cidade de Goiás ARIE Águas de São João - Reserva Biológica da UFG.

Cultura

Movimentos Culturais

O município sedia anualmente o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental - FICA. A procissão do Fogaréu traz mais de dez mil visitantes todo ano à cidade. A Cidade de Goiás tem em sua história e formação uma relação muito ligada as culturas Africanas e indigenas, essa relação fica ainda hoje explicita em divérsas manifestações culturais por toda a cidade um exemplo são duas escolas "Espaço Cultural Vila Esperança" e "Quilombinho". Além desses exemplos temos também O Grupo de Capoeira Angola Candeias do Metre Chuluca e dos meninos de angola, todos esses movimentos fazem da cidade um caldeirão de cultura e ressistência.

Museus

Museu das Bandeiras - 1766
  • Museu das Bandeiras : funcionando na antiga Casa de Câmara e Cadeia, tem acervo com peças e mobiliário do século XVIII.
  • Palácio Conde dos Arcos : tem acervo com obras do século XVIII, utensílios domésticos, pertences, artes decorativas e mobiliário dos antigos governantes.
Igreja da Boa Morte
  • Museu de Arte Sacra da Igreja da Boa Morte : tem o maior acervo do escultor barroco Veiga Vale, reunindo mais de 100 peças, e também coleções de prataria. A igreja foi construída em 1779.
  • Casa de Cora Coralina : museu permanente com objetos pessoais da poetisa de mesmo nome

Monumentos

  • Casa de Bartolomeu Bueno : residência histórica do Anhangüera, a sua fachada conserva as características do estilo colonial
Chafariz de Cauda - 1778
  • Chafariz de Cauda : localizado no Largo do Chafariz, é uma construção com padrões do século XVIII (1778).
  • Igreja Nossa Senhora do Rosário : conhecida como antiga igreja dos pretos, foi demolida e reconstruída em estilo neogótico em 1733, possivelmente para apagar traços negros da história do município. No seu interior, tem afrescos do pintor Nazareno Confaloni, feitos na segunda metade do século XX.
  • Catedral de Santana : localizada na Praça do Coreto, é um edifício feito de adobe e recém-restaurado.
  • Igreja Nossa Senhora da Abadia : capela do século XVIII, tem afrescos no teto.
  • Igreja de Santa Bárbara : apresenta retratos de compositores goianos do século XIX feitos pelo artista Amaury Meneses.
  • Igreja Nossa Senhora do Carmo : edifício que é sede da Irmandade Senhor Jesus dos Passos
  • Mosteiro da Anunciação : edifício religioso, no qual os frades produzem artesanato de barro.
  • Convento dos Padres Dominicanos : edifício do século XIX que guarda uma imagem de Nossa Senhora do Rosário, trazida por religiosos franceses.
  • Quartel do Vigésimo Batalhão de Infantaria : De onde saíram soldados para a Guerra do Paraguai. Até o final da década de 1990 abrigou o 11-010 Tiro de Guerra do Exército Brasileiro.

Turismo

O município tornou-se um grande centro turístico depois que foi tombada patrimonio histórico e permite praticamente uma viagem no tempo do Brasil colonial.

Rodovias

A partir de Goiânia pela GO-070 . A partir de Brasília, deve-se tomar a BR-060 até Anápolis , desviando então para Nerópolis e Inhumas , onde se atinge a GO-070 para Itauçu .

Fontes: Wikipédia